Os Números dos Blogs
11 de Agosto de 2006 @ 12:01 - adminArquivado sob Internet | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Os números abaixos são muito interessantes e circularam na lista de discussão dos Jornalistas da Web (mensagem enviada pela Juliana Herling). Para que não apague, na hora daquela limpeza básica da caixa de entrada, resolvi reproduzir o material aqui.
Percentuais da Blogosfera
Apenas 2% dos posts em blogs no mundo são em português
Do total de conteúdo postado em blogs de todo o mundo, 2% é em língua
portuguesa, segundo relatório divulgado pela Technorati, empresa que
monitora a blogosfera. De acordo com o levantamento, referente a junho de
2006, a maioria dos posts (39%) são em inglês.
O japonês aparece em segundo lugar com 31%, seguido pelo chinês, com 12%. De
acordo com o levantamento, o português aparece depois do espanhol e do
italiano. O volume total de postagens diárias é de 1,6 milhão por dia, ou
aproximadamente 18,6 posts por segundo no mundo.
A Technorati informou ainda, conforme adiantado pelo WNews, que em julho, a
Internet utrapassou os 50 milhões de blogs. Este número é 100 vezes maior do
que há três anos e dobra a cada seis meses e meio. A pesquisa revelou também
que surgem 175 mil novos blogs por dia, uma média de dois diários virtuais
por segundo.
Fonte: Larissa Januário
07/08/2006
Telemarketing e Call Centers
19 de Julho de 2006 @ 16:10 - Flavia GarciaArquivado sob Comunicação | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Dentre os vários seminários e palestras que assisto, certa vez fui a um evento sobre telemarketing. O palestrante tentou de todas as formas convencer aos presentes de que este serviço é bom. Entendo que ele deveria fazer isso até porque estava ali vendendo ‘o seu peixe’, mas duvido muito que ele nunca tenha se irritado com uma ligação de telemarketing. É impossível não se chatear com pessoas robotizadas ligando para o seu celular, telefone de casa ou da empresa, todos os dias, invadindo a sua privacidade para te oferecer um (outro) cartão de crédito, um celular novo ou qualquer outra dessas promoções nas quais quem atende a ligação é sempre o escolhido, o sorteado, o único (junto com outras cinco mil pessoas).
As empresas deveriam se preocupar muito mais em ter um call center de qualidade, de forma que quando o seu cliente, ou interessado, entrasse em contato tivesse um atendimento de primeiro mundo. Os atendentes deveriam ser mais preparados para resolver os problemas do consumidor e não dar/gerar outros como é o caso. Na maioria das vezes, quando ligamos para uma central de atendimento ao cliente somos obrigados a contar e repetir nosso problema ou insatisfação para umas 4 pessoas de áreas diferentes. E sabe o que acontece depois? Em alguns casos a pessoa anota o seu problema, seus contatos e fica de retornar o telefonema com a solução. Aí, pode acontecer de outra pessoa te retornar e você ter que repetir a sua história ou de ninguém retornar. Não podemos esquecer daqueles call centers para os quais ligamos e nos aparecem várias opções: ‘disque 1 para x’; ‘disque 2 para y’;… e por aí vai. Se você for esperar tudo, já esqueceu qual foi a primeira opção e acaba aguardando e falando com um dos atendentes.
A questão é que o brasileiro não tem uma cultura de resolver problemas por telefone. Isso se dá principalmente pela probabilidade reduzida de sucesso. É quase um jogo de empurra-empurra: o cliente quando liga não quer mais esperar, pois já ficou horas pensando no problema, tentando ver uma forma de resolvê-los para então ligar.
Contudo, é possível olhar o lado positivo deste serviço levando em conta a definição que o palestrante deu para telemarketing como sendo toda e qualquer forma de contato voltado para fins de marketing, extra o cara-a-cara. Assim, pensando em todas as formas de contato com o cliente (e-mail, voip, sms, chat, etc) é possível enxergar os pontos positivos desta forma de divulgação.
Sherlock Holmes Online Parte I - Como Funcionam os Sites de Busca?
9 de Junho de 2006 @ 15:12 - Flavia GarciaArquivado sob Internet | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
O Comitê Gestor da Internet no Brasil informa que:
· 85,26% dos brasileiros procuram por informações e serviços pelos sites de busca.
· 51% dos usuários assíduos de internet acessam aos sites de busca mais de uma vez por dia.
· 82% das pessoas acessam, encontram os sites pelos mecanismos de busca.
· 899.044 é o número de domínios registrados no Brasil, em março de 2006.
A busca na web é um projeto ousado, que funciona há mais de 10 anos, em constante modificação e atualização. Ele precisa atender a todas as pessoas, independente de faixa etária, etnia ou religião; precisa mostrar ao usuário o que ele quiser, em qualquer ramo de conhecimento; e encontrar as respostas em páginas de todo o mundo, quebrando as barreiras geográficas - a menos que o internauta restrinja a sua pesquisa. Devem organizar e apresentar o resultado da pesquisa em menos de meio segundo. A pressão é grande e a concorrência persiste.
Existem três tipos de sites de busca: os chamados “robots” ou “spiders”, que visitam os sites e indexam seus conteúdos a um banco de dados próprio (ex.: Google e Radar UOL); os catálogos, que mostram apenas os sites previamente cadastrados, agrupados em categorias (ex.: Yahoo e Achei); e os metabuscadores, que buscam a palavra-chave nos outros sites de busca, sem possuírem um banco de dados próprio (ex.: Miner e Radix).
O usuário é ativo, busca, escolhe. Cada um tem a sua forma de procurar o que deseja e quer ter o poder de ser diferente. Quer resultados mais concretos e relevantes e, raramente, passa da terceira página da listagem apresentada após a pesquisa (apenas 10%). Ele sabe que a web tem de tudo, mas não adianta saber que tem a informação e não saber onde está ou como encontrá-la. Em uma comparação bem simples é como roupa no armário da mulher e comida na geladeira para os homens; eles sabem o que tem, mas sempre reclamam de não achar o que querem. Os buscadores online não podem decepcionar o seu “cliente”.
A grande vantagem dos mecanismos de busca para as empresas, quando o visitante chega ao seu site por meio destes, é a comprovação de que há um interesse pessoal na sua “vitrine”, no seu serviço. Vale lembrar que – exceto nos casos de Links Patrocinados – o resultado da busca online apresenta os sites da mesma forma, tamanho e cor, colocando o “anúncio” de uma pequena empresa ao lado de uma mega empresa, que é sua concorrente.
Manual Online de Redação III
1 de Junho de 2006 @ 15:06 - Cristina DissatArquivado sob Manual da Redação | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Dicas gerais:
- Títulos são utilizados em caixa alta e baixa.
- Espaço duplo entre parágrafos é para matérias publicadas nos sites e não em publicações impressas.
- Cuidado com espaço depois da vírgula, isso dá problema na hora da diagramação. Uma vírgula pode aparecer sozinha no início da linha.
- Delete os espaços no final da matéria.
- Nos jornais formato tablóide – 5.000 caracteres por página. Nos jornais formato 21 x 28 – 4.000 caracteres.
- Cuidado com o excesso de “já”.
Manual Online de Redação II
30 de Maio de 2006 @ 14:08 - Cristina DissatArquivado sob Manual da Redação | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Casos específicos
Aproveitando o fechamento de dois jornais, seguem algumas dicas de colunas ou situações específicas de nossas publicações:
Em reportagens sobre eventos:
1. não esquecer de incluir o nome do presidente.
2. sempre que possível incluir uma declaração de alguém da comissão organizadora
3. evite colocar o endereço completo para informações, site, telefone ou email da empresa organizadora. Lembrem que estes dados já estão na agenda do jornal, que é muito lida.
4. evite colocar o nome do evento no título.
5. lembre-se que as inscrições são sempre feitas da mesma forma. Se incluir essa informação tente ser criativos (dê uma olhada em edições anteriores).
6. incluir o termo simpósio satélite é desaconselhável, a não ser que aborde o tema.
7. Simpósio = uma sala plenária
8. Congresso = precisa ter apresentação de trabalho e, em geral, tem salas simultâneas.
9. todo evento entrega certificado de participação para todo mundo. Incluir essa informação é desnecessário.
Nas agendas/calendários:
1. olhe sempre as edições anteriores de cada publicação para evitar despadronização.
2. em uma segunda lida, conferir se não faltaram parênteses, vírgulas, etc entre as informações.
3. é importante checar se o endereço do site (se for incluído) está correto, clicando no link do próprio word.
4. se copiar o arquivo da internet, olhe se não puxou informações da internet (tipologia web, por exemplo).
5. usamos somente o DDD entre parênteses, sem XX ou outro formato para identificar a operadora.
6. eventos no Brasil precisam ter mais dados do que só o email e o endereço do site. Telefone, fax, endereço são fundamentais.
Festa do Ibest 2006
29 de Maio de 2006 @ 17:02 - Cristina DissatArquivado sob Internet | 3 Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Escrevi esse texto abaixo para o site da Sociedade Brasileira de Diabetes. Porém, acho que vai se perder um pouco lá dentro, ainda mais que a matéria de capa não linkou para ele. Uma pena, tinha muita emoção e sinceridade. Como este é o nosso espaço podemos reproduzir com o destaque que julgarmos interessante, afinal, agora caiu a ficha: a Informed chegou na final do maior prêmio da internet brasileira (questionado ou não é muito importante). Aproveitei e fiz uns cortes.
23 de maio de 2006 - Depois da Festa
Seria mentira se escrevesse aqui que não importava ganhar ou não. E foi por pouco. Chegamos à final da premiação mais importante da internet brasileira, e com o título que ninguém mais vai tirar: um dos três melhores sites de saúde no país. Somos Top 3 do Prêmio Ibest 2006, na categoria Saúde e Bem-estar. Acho que não estaria errado dizer que conseguimos.
Mesmo sem ter vencido, ir à cerimônia como finalista, receber o convite com a identificação Top 3 e ter uma mesa só para a SBD foi, sem dúvida, muito especial. Não acompanhamos a festa através da televisão ou das reportagens na mídia. Nossa equipe estava lá. Eduardo Frick (webdesigner free lancer), Celso Pupo (diretor de fotografia free lancer), as repórteres Bárbara Bezerra e Flávia Garcia e eu (da Informed – agência de conteúdo)
Todos estávamos tensos. Sabe aquela sensação que já acompanhamos inúmeras vezes na televisão, quando o apresentar diz “o vencedor é…”. Apesar do resultado não ter sido o de primeiro lugar, era nítida a satisfação de toda a equipe. Chegar até uma final, disputada por mais de 500 sites de saúde, foi uma vitória.
A festa, como era de se esperar, foi ótima. Bem organizada, com show dos Paralamas do Sucesso e Maria Rita. Na apresentação do prêmio, se revezaram Zeca Camargo, Marisa Ortz, Daniela Cicarreli e Luciana Gimenez. E imaginem a sensação quando apareceu no telão os três sites finalistas da categoria Saúde e bem-estar! Nessa hora vale um comentário essencial. Foram cerca de 2.000 pessoas olhando para o site da SBD. Formadores de opinião pararam para ver o resultado. Uma visibilidade para um público seleto e importante que poucas vezes uma entidade médica consegue.
Foi por pouco. Mas não acredito que o resultado seja motivo de frustração. Temos certeza de que chegar à final deixará a comunidade científica envolvida com o diabetes muito satisfeita.
Pensando bem… nós ganhamos. Vocês não acham?
Manual Online da Redação I
26 de Maio de 2006 @ 12:54 - Cristina DissatArquivado sob Manual da Redação | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Editando Homes
Nem sei há quanto tempo planejo fazer um manual de redação para a nossa equipe. Essa idéia surgiu quando ocorria um certo “troca-troca” dos jornalistas e estagiários da redação. Vocês poderiam perguntar porque não utilizar um manual já pronto? Nosso tema é muito específico e existe uma série de questões políticas que envolvem nossos clientes. E são detalhes que acabam se repetindo com as novas contas.
Chega de protelar. Agora com o nosso blog funcionando fica mais fácil fazer isso a medida que as questões vão aparecendo.
A primeira abordagem é referente a dicas para edição da home de um site. Algumas dessas informações são referentes ao uso do editor de conteúdo, utilizado pela Informed.
- Sempre ler todas as chamadas antes de clicar em publish.
- O título (assim como a chamada) é rastreado pelos mecanismos de busca, por isso ele precisa transmitir alguma coisa em relação à matéria. Palavras muito genéricas não dizem nada. (Tratamento, Prevenção, etc)
- As chamadas da capa precisam estar equilibradas quanto ao tamanho - colocar uma com 6 linhas e outra com 2 linhas, fica visualmente muito ruim.
- Não colocar o link em Veja a reportagem, Leia a matéria, Acesse o arquivo, etc. Experimentem passar os olhos em um outro site que tenha links, sem se deter em uma chamada. Nossos olhos vão direto para os itens em vermelho ou outra cor que represente o link. Imaginem quando todos os links fossem para essas expressões? Como diz o Bruno Rodrigues teríamos um site sobre veja, acesse e clique.
- Titulo e chamada precisam ser complementares. Assim evitamos repetições de palavras. No caso da foto isso se amplia - vendo a foto e lendo título/chamadas = notícia completa. Por exemplo: se o evento é em Curitiba, vc pode usar Paraná no título.
- Evitem a palavra diabetes nos títulos, se o site é da SBD.
- Nos sites onde a home não estiver separada por editorias, nosso critério de inclusão é: matérias mais importantes no alto e vão descendo conforme ficam velhas. Colocar uma matéria nova no pé, é um convite a não ser lida.
- Chamada sobre o boletim e as enquetes ficam sempre no pé da página, no caso do site da Sociedade Brasileira de Diabetes.
- Nos sites onde editamos a home, cuidado para que o tamanho de uma coluna não fique muito diferente em tamanho da outra e use o delete para não deixar espaços brancos entre a última chamada e o pé da página.
- Nos sites onde não editamos a home, sempre verifique se o tamanho de chamadas, que ficam lado a lado, está equilibrado. Na dúvida, utilize mais de um navegador para testar.
Chats: simples bate-papos ou algo mais?
15 de Março de 2006 @ 13:24 - Flavia GarciaArquivado sob Internet | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Por Flavia Garcia
Há quase 10 anos acompanho os chats na internet e a cada vez que entro em uma sala de bate papo - sem assunto específico, daquelas de sites genéricos – vejo que as conversas estão cada vez mais superficiais. Tudo começa com um “oi, tudo bem?”, “oi, como você é?”, e tal. As pessoas nem querem saber o nome das outras (escondidos em um nick que nem sempre parece o que é). Daí o outro manda uma resposta cinematográfica, se descrevendo como quiser e o papo rola por ai. Aonde vai parar? Ninguém sabe, isso depende de muitos fatores. Eu, por exemplo, conheço pessoas que namoraram por anos com gente que conheceu assim. Outros que se casaram e também algumas amizades. Mas a maioria dos papos para por ali, após algumas horas de ilusão e pronto.
Ultimamente minhas experiências com chats têm sido mais interessantes. Busco as salas que são como fóruns, mas em tempo real. Gosto de chats temáticos, com conteúdo. A paciência para aquelas salas nas quais o povo não fala coisa com coisa já se esgotou. Posso estar equivocada, de repente isso é uma fase, até porque, na minha época de freqüentadora assídua das salas de bate-papo virtual, muitos papos também começavam assim mesmo e eu já não gostava desde então.
Acredito que falta um certo controle, até porque em muitas salas são falados diversos palavrões e outras “coisitas” mais. Mas deve ser isso que o povo gosta. Bagunça, zoeira. Pois sempre tem gente de papo na web. Numa próxima ocasião eu falo dos outros mecanismos de comunicação em tempo real pela internet e sites de relacionamentos.
Enquanto isso, fala ai, qual a sua opinião?
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